terça-feira, 31 de julho de 2012

Promessas...

Sair da cama tarde e a más horas paga-se caro: é praticamente meia noite e estou a jantar uma torrada (fria e sem pingo de graça) com um iogurte para depois continuar a trabalhar.

No meio desta azáfama toda perdi a prova do Phelps. A prova que o fez tornar-se o atleta olímpico mais medalhado de todos os tempos. Isto aborreceu-me...

O dia de amanhã também promete... Ai, ai... Como eu gostava de ter um horário das 9 as 5! Prometo que amanhã acordo cedo.

O dia todo encrencado

O despertador tocou às 7:30h da manhã mas o corpinho recusou-se a abandonar o vale de lençóis. Nele permaneceu até às onze da manhã.
Para além de não me ter sabido por aí além (tive um pesadelo de fugir!) fiquei com o dia todo encrencado e vou ter de andar a voar para conseguir dar conta do recado.

Ah, e para não falar daquela irritaçãozinha que me atormenta há dois dias e que não consigo perceber ao que se deve... Nervos em franja!

segunda-feira, 30 de julho de 2012

O mau humor

O fim-de-semana foi óptimo, o FMM vale a pena (por tudo menos pela música, digo eu!). Hoje foi um regresso lento e pouco produtivo à realidade mas isto terá que mudar, necessariamente (telefonemas com trabalho à vista, etc...).

Não estou particularmente bem humorada... 

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Do dia de hoje

Ontem, depois de me "baldar" novamente, regressei ao ginásio. Sim, esta relação é feita de cortes drásticos e regressos infinitos...
Hoje não há nada que não me doa! (Não sabia que o cabelo também podia doer depois do exercício! Raios parta!)

Adiante, adivinha-se um dia de correria (mais um) porque logo à noite rumamos a Sines. E não é que chego à janela e o tempo mudou. Mudou assim do nada! Ontem estava um calor insuportável, aliás, durante os últimos dias esteve que não se pôde e hoje, vésperas de fim-de-semana apresenta-se isto! Não é normal, pois não? O São Pedro anda de brincadeira, mesmooo, e de muito mau gosto!

(Hoje não se reuném condições de ida ao ginásio, segunda-feira logo lá apareço.)

quinta-feira, 26 de julho de 2012

A minha espinha

Já tinha visto algures que a partir dos 25 devíamos começar a utilizar cremes anti-rugas mas ninguém me tinha dito que depois desta idade caiam sobre nós todo o tipo de maleitas (daquelas que acreditávamos serem só de velhos).

Há uma semana que tenho uma dor nas costas do meu tamanho. Não sei o que fazer para isto passar. Já fiz umas pesquisas na net (bem sei que os médicos não aconselham este tipo de comportamento mas quero saber o que se passa com a minha espinha e zonas adjacentes) e quanto aos:

1 - Factores de risco associados ao trabalho: Sim, posturas erradas variadas! (check)

2 - Factores relacionados ao condicionamento físico e à saúde em geral: Sim, ando completamente alheada do ginásio e mais sedentária era difícil! (check)

3 - Factores associados à personalidade: Sim, stress máximo! (check)

4 - Factores genéticos: que eu saiba, não!

Conclusão, sou uma forte candidata a ser uma velha rezingona com queixumes e lamúrias acerca das costas! Oh God...

Estrella Damm

Andava eu a vaguear pelos blogues do costume quando me deparo com este post
Confesso que nunca provei a cerveja, mas os anúncios, pelo menos desde 2009, são de chorar por férias assim:

Estrella Damm 2009


Estrella Damm 2010



Estrella Damm 2011


Estrella Damm 2012



terça-feira, 24 de julho de 2012

Avó

Hoje coube-me a mim. A minha Avó está velhinha. Velhinha e doente. Tem parkinson. 
Coube-me a mim levá-la à fisioterapia. Todos os gestos e movimentos são realizados com dificuldade, uma dificuldade que cresce de dia para dia, a olhos vistos. Nunca teve doença nenhuma e então, todos estranhamos mais vê-la assim. Ela estranha e isso entristece-a. E não posso viver com o peso da tristeza dela. É egoísta? Penso que não. É uma preocupação sempre presente. "Avó, está bem?", ligamos vezes e vezes sem conta a perguntar. Tentamos facilitar tudo, tudo, tudo. Tentamos chegar até onde a criatividade nos permite, para minimizar a dor, para atenuar o esforço, para a fazermos sentir bem.
Cheguei a casa lavada em lágrimas. Tudo piora depressa demais. São vinte minutos ou mais para percorrer qualquer caminho que se faria em menos de um. É um teste à paciência (que nem sempre temos pelos mais variados motivos... e depois é um sentimento de culpa que nos assombra por não termos sido suficientemente compreensivos). É um tentar brincar com as coisas menos boas e ficar feliz por ainda vermos um sorriso. É um não dar parte fraca constante quando por dentro estamos arruinados com o que vemos. É vermos que a vida pode estar perto do fim e isso custa como nada custou até hoje...

Cuidado significa atenção, precaução, cautela, dedicação, carinho, encargo e responsabilidade.

É isto... é isto que tentamos fazer a cada dia. Cuidar dela. É isto a que cada um se compromete, da forma que sabe, para conseguir que ela se sinta um pouco melhor, na sua desmotivação, na sua impaciência, na sua frustração.

A minha Avó é a melhor pessoa do mundo. 

Pela boca morre o peixe

Ontem à noite dei comigo a pensar sobre alcunhas (epíteto, geralmente fundado nalguma particularidade física ou moral do indivíduo ao qual ele se atribui), mais precisamente nas alcunhas amorosas.

Os casais, na generalidade, mais tarde ou mais cedo, acabam sempre por encontrar aquele nome privado (ou nem tanto) para se apelidarem carinhosamente um ao outro. Apesar de não adorar este tipo de coisas, o grave para mim é quando entramos na parte do nem tanto. Não me sinto nada confortável quando algum casal amigo começa em conversas nas quais estou inserida a tratarem-se pela dita alcunha. É lamechas, não é prático e, tenho cá para mim que, são aquelas coisinhas de casal que fazem sentido enquanto ficam entre os dois. Se assim não for, perde-se um pouco o intuito.
Depois há ainda que ter a noção do tipo de nome que se aplica à outra pessoa (em público): o vulgar "Amor" (ou "Môr", para os mais preguiçosos) não envergonha ninguém mas está um bocadinho fora de época. O problema maior é quando a coisa entra pelos nomes mais personalizados e surgem os babe, popotinha, rainha, e etc... Não gosto e quando oiço até me arrepio!

Obviamente, terei de dar a mão à palmatória e admitir que, pela boca morre o peixe. Passados quase dois anos e meio também tenho com o J. alcunhas que saem à cena com mais frequência... São personalizadas mas também são simples e, principalmente, são só nossas. Raramente acontecem em frente a terceiros e quando calha, é muito rápido e discreto. 

segunda-feira, 23 de julho de 2012

A semana começou cedo

Já estive a actualizar-me e, mesmo sem ver os Ídolos, faço parte daquele (imenso) grupo de pessoas que queria porque queria que o André Cenoura saísse. Saiu! Já não era sem tempo! Chiçaaaa!

Adiante. A semana começou cedo - às sete da matina e com muito sono e preguiça à mistura. Mas, decisão das decisões, cortar o cabelo beeeeem curtinho! E, já está! (Não está assim tão curto, pelo ombro).
Agora devia ir ao ginásio e depois dedicar-me, então, às burocracias do curso internacional, mas que falta de vontade! Se o ginásio fosse na porta ao lado era mais fácil...
Bem, "só aqui" terminar de tomar o petit-déjeuner e já se vê o que se segue.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Felizinha

Com o passar do tempo custa mais estar longe do J., a cada regresso o meu coração inflama e em cada despedida mingua até ficar do tamanho de uma ervilha. Raras são as vezes em que consigo conter-me para não desabar num vale de lágrimas.

Esta semana foi de loucos: os dias foram enormemente compridos, a transbordar de saudades, com calor, calor e mais calor, com pedidos e tarefas para ontem... Mas chegou ao fim! E terminou tão bem. Um jantar simples numa esplanada, miminhos, risos, cumplicidades e o desejo de que estes momentos se repitam eternamente.
Fizeram-se planos de férias com amigos, de fugidinhas a dois, promessas para cumprir todos os dias, planos tontos para um futuro muito longínquo... Foi perfeito. Como é sempre. Sinto-me mesmo felizinha!


quinta-feira, 19 de julho de 2012

Neve

Não sei se é deste calor mas nos últimos dois dias não penso noutra coisa a não ser em férias na neve. Devo estar com o termóstato (psicológico) avariado! A verdade é que tenho saudades daquele frio cortante na cara enquanto se desce a montanha a alta velocidade. Tenho saudades dos chocolates quentes que aquecem as mãos e a alma depois de um dia sofrido, montanha acima, montanha abaixo.

Quer dizer... não sei se é só saudades da neve se é também saudades de férias...

Quando fica aquém das expectativas

Se há coisa que me custa é estar desejosa de chegar a casa para petiscar qualquer coisa e, das duas uma, entro na cozinha e já acabou ou quando dou a primeira dentada, fica muito aquém das expectativas.

Cheguei a casa e, dado os 30,5ºC que marcava o carro, lembrei-me do melão que estava no frigorífico. Fatia generosa, todo o ritual de retirar a casca e cortar triângulos perfeitos, sofá só para mim e primeira dentada: desilusão total! O melão não presta! Sabe a... não sabe a nada. Que treta. E agora aqui estou eu a conjecturar acerca do que vou petiscar em seguida. Não pode falhar.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Pequenas maravilhas

Já os tinha visto pelo facebook, por outros blogues, nos pecoços alheios e fiquei apaixonada!
Fiz uma pesquisa e não conseguia perceber de modo nenhum como é que estas coisinhas lindas se faziam. Depois de horas a tentar encontrar algo, fez-se luz e descobri a pólvora.
Já meti mãos à obra e, como a menina até tem jeitinho para este tipo de coisas, saíram estas pequenas maravilhas:







Aleluia

Aleluia! O S. Pedro, finalmente, abriu a pestana e deixou-se de coisas. Calorzinho boooom! Noites na esplanada como deve ser, edredon posto de parte, bebidas geladas a toda a hora... Ahhh!

Vá, agora não mudes de ideias tão depressa, sff. O pessoal agradece.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Já com uma ponta de saudade

Já tinha saudades de um fim-de-semana assim. Sem fazer nada de nada, com momentos simples, com muito muito mimo, com amigos,  com o J. 
Acordar tarde, dormir sestas enroscados no sofá, lanches e jantares...
Madruguei de novo e então estou seriamente tentada a dormir um pouco mais. Mas, enquanto não me decido, revejo cada momento passado já com uma ponta de saudade.

domingo, 15 de julho de 2012

"Emoções fortes, gosto disso"

Oferecemos, quase há um ano, um ao outro, o salto Tandem e vários foram os fins-de-semana que nos decidimos a saltar (que eu me decidi!). Tentávamos marcar, ligávamos mas, chegava-se o sábado e as condições atmosféricas eram de fugir.
Foi ontem! Finalmente!
O menino roeu as unhas TODAS nas duas horas de espera e eu, eu estava histérica e a morrer de vontade.

Foi assim:







Balanço final: eu amei a queda livre mas desde que o páraquedas se abriu só me parecia que estava a andar de barco e foi um enjoo até cá abaixo. O menino, depois de ter os pezinhos em terra firme, adorou!

É como no anúncio do J&B: emoções fortes, gosto disso!


sábado, 14 de julho de 2012

"E não é que é assim mesmo!"

Hoje de manhã ouvi esta música três vezes seguidas entre rádio comercial, rádio cidade e uma outra vez na comercial. E pensei: "E não é que é assim mesmo!"


Agora às 16h vamos fazer uma coisa, o J. e eu. Estou desejando!

A propósito do bacalhau

Quando somos miúdos, regra geral, somos uns esquisitinhos a comer. Não gostamos de bróculos, não gostamos de peixe, fazemos birra às sopas e por aí adiante. Com o avançar da idade começamos a gostar de certas coisas e até a tolerarmos outras. É o que costuma acontecer.
No entanto, há aquele conjunto restrito de alimentos ou pratos que, juramos a pés juntos, nunca iremos sequer provar.
Eu sou assim. Ou melhor, era! Era porque já me fui rendendo a meia dúzia de coisas dessa tal lista restrita. 
Já como torresmos (que é totalmente coisa de velho), já como entremeada (que sempre me deu volta só de olhar), também já como gaspacho (que é, definitivamente, coisa de gente grande)... Enfim, como costumo dizer, só me falta comer bolo-rei. Vamos ver se é já este Natal e assino o diploma oficial de cota.

Bem, mas isto tudo a propósito do bacalhau. Nunca, mas nunca mesmo, tolerei bacalhau. Fosse de que forma fosse. Mas então não é que ontem até um bacalhau à Gomes de Sá marchou. A idade tudo traz!

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Com planos

Hoje portei-me à altura. Mentalização desde ontem e lá fui eu a caminho do ginásio. Tudo feito como deve ser e estou de regresso, vivinha da silva. E...com planos!
Pois é, isto de me dedicar ao exercício logo cedo em vez de ficar na cama feita toupeira traz os seus benefícios e entre corridas e abdominais foram surgindo ideias mais concretas do que quero, posso e devo fazer. As listas de prioridades vão-se definindo e eu sinto-me mais...tranquila e com menos vontade de me "atirar para o sofá" em modo vegetal.
Agora é passar à acção.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Sou uma texuga

Sou uma texuga sem vergonha nenhuma na cara! Tenho-o dito.
Penei, penei, penei no ginásio até (quase) à morte e acabei por vender a alma ao diabo por um simples "Vamos jantar ao McDonalds?". 
Agora estou aqui com sentimentos de culpa e remorso, a chamar-me todos os nomes feios e ofensivos e cheia que nem um pavão (reparem bem na barriguinha de um pavão!). É que nem as dores que já tenho no corpo me fizeram moderar.
Tento acalmar o espírito com desculpas esfarrapadas de que fui com uma amiga e etc. e tal, mas nada justifica este comportamento alarve da minha parte. Deixem estar que amanhã quando estiver em cima da passadeira vou lembrar-me bem do pecado cometido.

Estou desejando de ir estender a roupa

Somos dependentes das novas tecnologias, é um facto. Na maior parte das vezes nem reflectimos sobre isso e, só quando a internet não está a funcionar ou quando a TV "diz que não dá" é que nos apercebemos. Essas são as tecnologias que, ao falharem por algum motivo, nos deixam "mais descalços". Eu acrescento: aparentemente!
Cá em casa, há uma semana que não temos máquina de lavar a roupa. Tudo bem que possa não ser considerada nova tecnologia ipsis verbis mas, é uma tecnologia da qual conlcuí, ser mais que inteiramente dependente e, a partir de hoje vou sempre dizer "Até posso viver sem internet uns dias mas sem máquina de lavar a roupa é impossível!".

A verdade é que a pilha de roupa para lavar cresceu, cresceu, cresceu, que nem um mutante e, passados menos de 8 dias havia tanta roupa suja como eu nunca pensei ser possível acumular-se.
Mas eis que hoje vieram trazer a nossa nova bebé. É tão girinha! Tem mil botõezinhos, luzes a piscar por todo o lado, apitos para isto e para aquilo e já fizemos duas máquinas (ainda faltam cerca de umas quatro!).
Hoje digo convictamente que estou desejando de ir estender a roupa!

Os piores 45 min.

Cheguei e só tenho a certeza que sobrevivi porque estou aqui a escrever (a velocidade -2km/h).
Estou completamente fora de forma e desconfio seriamente que amanhã não me mexo. Depois de mais de um mês de ausência, regressei ao ginásio. As máquinas que tratava por tu, hoje, mais parecia que nunca as tinha visto.
Na passadeira, 20 minutos de corrida. Até nem me portei pior, a seguir é que foi o descalabro.
Avancei para a wave, com uma pausa por umas máquinas de pernas. Era costume fazer 30 minutos a começar com uma resistência de 15 e progredir até aos 25. Pois bem, hoje comecei com uma resistência de 10 e regredi, desesperadamente, até aos 5 (fiz os 10 minutos que marquei por uma questão de honra).
Seguidamente, sentei-me algures numa máquina de braços... E, fugi! Não fui capaz de mais. Foram os piores 45 minutos do último mês. 
Graças a Deus que o João, um professor que me persegue (no bom sentido! No sentido de verificar se estou a fazer tudo direitinho) também estava a treinar, senão a esta hora ainda lá estava em sofrimento máximo.
Vamos ver se amanhã consigo repetir a proeza sem fugas aleatórias aos exercícios.

Inércia...

Não me apetece, admito! Mas estou decidida a afastar esta inércia que se apoderou de mim. Acordei, tomei um pequeno almoço decente (coisa que já não fazia há uns tempos) e vou deslocar-me ao ginásio.
Espero vir de lá cansada mas cheia de ânimo, já que é para sacudir a apatia, que seja a sério. E à tarde vou dedicar-me ao trabalho. Tenho a minha orientadora à perna por causa de um artigo e não quero nada receber um telefonema dela a perguntar como estão as coisas e eu ter de lhe responder "Não estão!".

Por isso, "bora lá"!

Dos vícios

Estou com um olho fechado e outro aberto. O João Pestana não vem a caminho, ele já se sentou ao meu lado no sofá há um bom bocado!
Dei por mim a pensar em vícios. Sou uma pessoa de vícios. Alguns bons, outros nem tanto e, nem me venham cá dizer que tudo o que é demais não presta. Há pequenas coisas de que não prescindirei nem quando tiver com os pés para a cova.

Hoje "despachei", literalmente, dois pacotes (dos pequenos) de pipas. Desde os meus 5º e 6º ano que não lhes resisto. Se como uma só descanso quando o pacote chega ao fim.
Com as pastilhas elásticas, "idem idem, aspas aspas" (as pessoas não me compreendem, na generalidade, mas ter uma pastilha sem sabor na boca é impossível).
Sou to-tal-men-te viciada em leite Ucal de chocolate (fresco, quente, ao natural), ao pequeno almoço, ao lanche, em substituição de uma refeição... É daquelas coisas que entra na categoria do melhoral, não faz bem nem faz mal (e, acrescento eu, sabe bem e deixa-me totalmente satisfeita).

Mas o propósito deste post foi, sem dúvida, um vício que tenho desde que me lembro de mim como gente: adoro (de uma forma indescritível) enrolar o cabelo (uma madeixa muito específica!) com os dedos. E quando o João Pestana é a companhia da noite, a coisa agrava-se fatalmente. Isto é, estou aqui no sofá, a papar tudo o que é novela e a cabelar como se não houvesse amanhã.

Vou mudar de divisão e...continuar no vício.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Ginásio, nem vê-lo

Há mais de um mês que não passo pelo ginásio. Sou uma pessoa horrível por isso e sinto-me mal todos os dias. Ainda para mais, vejo que me faz realmente falta. Não só ao corpo mas, principalmente, à mente. Tenhp preguiça de me vestir, de me deslocar até lá e depois invento 500 desculpas para não o fazer desde o simples "estou cansada" ao "está muito calor para ir ao ginásio", passando pelo "começo sem falta na próxima segunda-feira". 
Conclusão, ando nisto desde o início de Junho e hoje já e dia 11 de Julho e nadica de nada. Ginásio, nem vê-lo. 
Não sei do que estou à espera, mas tenho de me convencer a ir. Aiii que falta de motivação!

É o meu fim

Nos últimos dias não tenho dormido mais de 4 a 5 horas. Tem sido acordar por volta das sete e deitar por volta das duas e meia, três. 
O meu problema nem é o dormir poucas horas mas sair da cama antes das dez e meia da manhã deixa-me de rastos, esgotada, acabada. Sempre fui assim! Posso ficar a trabalhar até às 4, 5 ou mesmo 6 da madrugada mas, pedirem-me para acordar cedo é o meu fim. Ontem, passei o dia completamente zombie, a ter micro-sonos e a dormir encostada a tudo o que não mexia, não fosse praí cair.
Confesso que cheguei a casa deveras preocupada e a conjecturar já sobre o início de um caso de narcolepsia. 

terça-feira, 10 de julho de 2012

Jack

Andava eu entretida pelas notícias fúteis em que se falava acerca de casais que não combinam quando me deparo com a seguinte fotografia: 


Acompanhada do comentário "Jack Nickolson é conhecido por ser um mulherengo, mas nós questionamo-nos: qual é mesmo o «appeal»  de Nickolson?"

Sinceramente, a meu ver, da sua geração é o melhor. Qual é o «appeal»? É tudo! Ele conserva aquele ar de bad boy que se tem aos 30 anos. E depois, quem vir filmes como The Departed e Something's Gotta Give não resiste de certeza. 

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Não podíamos dizer que não

Sim, hoje acordei ás sete da matina mas, mudei-me para o sofá e foi até agora. Porquê? A culpa foi do vizinho.
Ontem à noite, perto já da meia noite, parámos os carros em frente ao café do rés-do-chão. Eu saí primeiro e o vizinho, dono do café, dirigiu-se a mim "Minha vizinha, beba lá um copinho de sangria que o meu filho faz hoje seis anos.". Eu, ainda me tentei escapar. Estava já para lá de Bagdad, com sono e cansada mas, não tive hipótese.
O J. aproximou-se de mim a rir e perguntou-me o que se estava a passar. Antes mesmo de eu poder responder, vem de lá o vizinho e "espeta-lhe" também com um copázio na mão.
Bebemos, enquanto nos ríamos da situação e, quando nos preparávamos para ir embora, pimba! O vizinho trouxe-nos outro copo. Lá tivemos que o beber também para não fazer a desfeita ao senhor enquanto combinávamos uma saída estratégica de cena.
Já estávamos a esquivar-nos se fininho quando ele se apercebe da nossa fuga "Meninos, não me façam uma desfeita destas! Têm de beber mais um... o último!".
Apelámos ao bom senso do senhor, dissemos que tínhamos de acordar cedíssimo, etc. etc. etc. De nada valeu... E veio mais um copo.
Eu já estava que não podia... Meio litro de sangria em meia hora. Decidimos desaparecer sem ele nos ver, demos os copos à mulher do vizinho e, literalmente, evaporámo-nos.

Hoje, aqui estou eu, com uma manhã perdida pois mal conseguia abrir os olhos as sete da manhã. Mas então, não podíamos dizer que não ao vizinho.

domingo, 8 de julho de 2012

"Eu (só) gosto de ti porque és minha irmã, ponto!"

Hoje foi um dia bom. Muito Bom. Corremos tanto para aqui e para ali que, por vezes, esquecemos o quão especial se pode tornar fazermos as coisas mais simples com aquelas pessoas a quem nem sempre dedicamos o tempo que merecem. Hoje passei o dia todinho com a minha irmã. A fazer coisas de irmãs: compras, arrumações, piscina, visita à avó, cozinhar, passear os cães, rir, rir, rir e mais rir. Fizemos aquelas coisas que fazíamos quando éramos pequeninas e que já não fazemos à frente de outras pessoas, porque agora já somos "grandes", tirámos muitas fotografias às parvoeiras... 

A minha irmã é a pessoa mais especial do mundo e diz muitas vezes uma frase que penso que define este nosso Gostar:  "Eu (só) gosto de ti porque és minha irmã, ponto!".

(Ela diz isto porque somos duas pessoas tão incrivelmente diferentes, em tudo, que não haveria forma das nossas vidas sequer se cruzarem se não fossemos irmãs... Talvez o destino tenha decidido que teríamos de fazer parte da vida uma da outra e, sendo assim, fez-nos nascer da mesma mãe.)

sábado, 7 de julho de 2012

Garcia Marquez não escreverá mais

Acabada de chegar a casa, dei uma espreitadela às últimas notícias e, nem a propósito, depois de levar uma xaropada de neuropsicofarmacologia desde as nove da manhã e perturbações mentais e contra-indicações e neurónios e sinapses e neurotransmissores, leio "O escritor colombiano Gabriel Garcia Marquez não vai voltar a escrever". Foi assumido publicamente um quadro avançado de demência. Comovi-me. Uma crueldade. 

Vieram-me de imediato à memória as personagens do romance "O Amor nos Tempos de Cólera", escrito em 1985 (antes de eu nascer). Firmina e Florentino Ariza depois de uma espera de 51 anos, 9 meses e 4 dias ficam, finalmente, juntos. Uma história de amor de fazer chorar as pedras da calçada. 

O fim-de-semana tem estado a ser muito bom e vinha cheia de entusiasmo, mas fiquei realmente desconsolada.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

dia, passa rápido, sff

Este fim-de-semana, rumo à capital, em trabalho.
Estou sentada no sofá a rever mentalmente o que tem de constar na mala mas, ai, que falta de vontade de arrumar tudo de uma vez e dar a coisa por resolvida. Que lesma! Que aborrecimento que é fazer e desfazer malas.
Enquanto isso, já pintei e "despintei" as unhas três vezes. Não me decido e vão mesmo ficar ao natural. 

Conclusão: hoje paira em mim uma falta de inspiração para o que quer que seja que, quando terminar o dia, digo que é mentira.

Como no conto de fadas

A Cinderela (agora) usa Louboutin.




Christian Louboutin for Disney's Cinderella
© 2012 Disney. All Rights Reserved

Para ser como no conto de fadas: o Príncipe já tenho! Só faltam mesmo os sapatinhos e o "And they lived hapilly ever after" é garantido.

Cancelas, via-verde e por aí

Há situações caricatas e hilariantes. E depois há as pessoas que parece que as atraem. Palavra.
(Nota: Os meus tios nunca tiveram via-verde em nenhum dos carros.)
Estavam a aproximar-se de uma portagem e foi mais ou menos assim:
Tia: L. o que estás a fazer???????
Tio: Epá... Enganei-me...
Tia: Enganaste-te? Mas como? Nós NUNCA tivemos via-verde!!! (Já histérica!)

O que realmente aconteceu: o meu tio entrou pela faixa da via-verde (que estava fechada) e, enquanto se dava a conversa descrita, chocaram contra a cancela que bateu por toda a parte de cima do carro. E... não acaba aqui.
Quando concluíram que tinham feito asneira, os meus tios acharam por bem voltar... Então, vá de marcha atrás (pausa para restituir a cancela ao sítio correcto), mudança de faixa, ticket tirado e siga viagem.

Hoje passaram lá novamente, cheios de medo, um bocado naquela de "Sei o que fizeste no dia anterior".

(Não pude evitar de me rir até às lágrimas, ainda por cima porque esta não é a primeira história com cancelas...)

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Derreteu-me

Estava eu num queixume sem fim ao J., a reclamar da vida, em geral, e da falta de emprego e de motivação para o que quer que seja, em particular, quando meto a mão na consciência e penso "Vá, cala-te que ele está a trabalhar e não tarda está a arrumar o assunto da pior forma porque já não há paciência para tanta lamúria". 
Digo-lhe "Esquece, não vale a pena estares a perder tempo com esta minha conversa da treta...".
E não é que ele se sai com um "Todo o tempo que perco ctg é de ganho." Derreteu-me o coração e, resultou. 
Quero lá saber da falta de emprego!

Até ficou em conta

Sentei-me ao computador, as usual, mas liguei a televisão. Cartas da Maia. "My God, mas o que é isto?" 
1ª fase: a Maia chama dez vezes querida à dita Maria e pergunta-lhe a data de nascimento. 
2ª fase: a Maia pergunta qual é o problema e ficamos a perceber que o problema não é da senhora mas sim do filho mais velho - despediu-se (ou foi despedido, não percebi bem) e ficou com muito dinheiro por receber.
3ª fase: a Maia lança as cartas e conclui que a empresa, provavelmente, vai abrir falência e ele não verá tusto! 
E "prontos", fim de consulta. Trigo limpo, farinha amparo. Não há margem para dúvidas.

Cai uma segunda chamada. Mais queridices para cá e para lá e, pimba, problema da senhora: saber se o homem de quem era amante tem uma vida sexual activa com a mulher e se vai voltar para ela. Cartas lançadas e tcharannn!!! A Maia afirma que a relação com este homem não terminou, que ele  não tem vida sexual com a mulher e que até ao fim do ano deve voltar!! Ah, e que o dito não é mentiroso (facto de extrema importância). A senhora concordou piamente com tudo! (Puderaaaa!)

Enfim, a criatura já ganhou o dia por 0.60 + IVA. Até ficou em conta!

Está tudo louco...

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Pin

Um grande amigo foi em viagem turística/trabalho a Barcelona. Há pouco,entra, suponho eu, esbaforido pelo facebook e diz-me "Epá, desliguei o telemóvel e agora quero ligá-lo e esqueci-me do pin. E tenho o cartão em Portugal. Se ligar para a TMN, eles dizem-mo?"
Antes de soltar a maior gargalhada do mundo, disse-lhe em tom de gozo, "Não sei, não! O pin é suposto ser uma coisa "secreta". Não sei se to dizem assim..."
Lá me disse que ia tentar ligar para a assistência e ver no que dava. Desejei-lhe sorte, sem muita convicção de que consiga.

Johnny, parece que vais ficar incontactável pelos próximos dias.

Na cozinha

Sou daquelas pessoas que tem muito jeito para arrumações e para deixar tudo impecavelmente limpo e organizado, gosto de me entreter com esse tipo de tarefas, até. Mas para a cozinha... Eu nem sei bem explicar. Não tenho vocação alguma. Nada de nada me sai bem. Ou é o sal, ou fica aguado, ou falta qualquer coisa, ou queima-se, ou fica encruado e por aí fora. Um verdadeiro desastre. Mas hoje, que o J. vem, vou tentar fazer o jantar. Já escolhi a receita, agora é só seguir passo por passo e esforçar-me para não fazer asneira.

Por via das dúvidas vou comprar qualquer coisa que se faça no micro-ondas em 5 minutos, não vá a coisa dar para o torto e ficaríamos sem jantar. (Sou a favor da existência de um plano B!)

terça-feira, 3 de julho de 2012

É tramado

Mudar é tão tramado. Mudar nem sempre é mau mas, nem sempre é bom. Mudar leva a que nos ajustemos a uma pele nova (como as cobras) e isso é desconfortável. Mudar dá que pensar. Mudar não traz só alegria. Mudar traz medo, confusão, indecisão. Mudar pode vir carregado de entusiasmo, de adrenalina, de risos. Mudar pode trazer saudade de pessoas, de coisas. Mudar pode não caber em lugar nenhum, quando não se quer. Ou pode caber numa caixa, se se levar o que pensamos indispensável. Ou, ainda, mudar pode caber apenas no coração... Mudar é oportunidade de crescer, de viver, de concretizar sonhos. Mudar é escolher.

Neste momento, ainda não consegui decidir se mudar é, simplesmente, bom ou mau. Mas é tão tramado.

Pilhas...

Hoje o dia começou cedo. De madrugada, para ser mais precisa. Tenho estado a tentar arquitectar qualquer coisa que se veja para o meu futuro. Com o mestrado terminado as hipóteses são várias, a indecisão é muita e enquanto isso "deleito-me" com a entediante tarefa de enviar CV's para todo o sítio, local, lugar e lugarejo que me surge. Pilhas de CV's que, desconfio, ficarão sem resposta (pelo menos a maior parte deles).

Que situação!


segunda-feira, 2 de julho de 2012

Back to reality

O fim-de-semana adivinhava-se chuvoso e frio mas, ao contrário de todas as previsões, foram três dias de praia óptimos. Três dias que fizeram com que esta segunda-feira em especial fosse mais difícil do que as outras todas.

Também, o J. ter começado a trabalhar fora fez com que a noite de domingo deixasse um sabor antecipado de saudade... Agora, já não estamos a dois minutos de distância e os cafés a horas inesperadas, os mimos quando ninguém está à espera, vão estar mais limitados. Enfim,é uma nova (e boa) fase, diz-me ele, para me animar e dar forças. Estou muito feliz por ele, mas não consigo evitar de sentir o coração apertadinho por senti-lo (um pouco mais) longe. Novos desafios potenciam respostas criativas, já dizia um professor meu... veremos, digo eu...

Foi um regresso à realidade mais duro do que o costume mas, temos de nos "aguentar à bomboca" e fazer com que corra tudo pelo melhor.